quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

8 de dezembro - Solenidade da Imaculada Conceição


Sois toda formosa, Virgem Maria, e não há mancha em Vós.
Alegrai-vos, Virgem Maria
Alegrai-vos mil vezes.

quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

ATO DE REPARAÇÃO!


Caríssimos, Salve Maria!

Tendo em vista a iníqua decisão do STF sobre a descriminalização do aborto até a 12ª semana de gestação, a Capela São José fará um ATO DE REPARAÇÃO, em frente à Catedral da Sé (SP), no dia 18/12/2016.

Concentração a partir das 11h30min
Santo Rosário às 12h

Finalidade: Reparar a honra de Nosso Senhor Jesus Cristo, sempre tão ultrajada por nossos crimes.

Convidamos todos os católicos de boa vontade.


sábado, 26 de novembro de 2016

Jornada Dom Lefebvre: Formação para homens

Com alegria agradecemos ao bom Deus e a Capela Nossa Senhora das Alegrias pela organização da "Jornada Dom Lefebvre" com a Formação para Homens, realizada entre 12 e 15 de novembro/2016 em Vitória/ES.


Abaixo segue link para ouvir as conferências 


SÃO JOSÉ, ROGAI POR NÓS

quarta-feira, 16 de novembro de 2016

Conferências com o Prof. Carlos Nougué - ADIADAS!

Caríssimos, Salve Maria

Informamos que as conferências com o Prof. Carlos Nougué, outrora previstas para os dias 26 e 27 de novembro, serão ADIADAS (ainda sem data) em virtude de um problema de saúde do professor.

Rezemos pela sua pronta recuperação.

Assim que remarcarmos informaremos.

Viva Cristo Rei

Capela São José

sábado, 5 de novembro de 2016

Novembro mês das Almas do Purgatório

Novembro mês das Almas do Purgatório


“ É, pois, um santo e salutar pensamento rezar pelos mortos, para que sejam livres dos seus pecados”. 
( II livro dos Macabeus, 12,46).

Primeira Meditação: Sobre o fim último do Homem.

“ Foge pois do pecado, cristão, porque o pecado é esse monstro de ingratidões, que te aparta do teu fim último que é Deus”. (Pe. Manuel José Gonçalves Couto)

Segunda Meditação: Considerações sobre os novíssimos do Homem e do pequeno número dos que se salvam.
“ Os judeus não se salvam, morrendo no judaismo formal; hereges não se salvam; os infiéis não se salvam; os maus cristãos também se não salvam; os tíbios e preguiçosos desprezam os meios de salvação, e não fazem o que podem e devem por conquistar o Reino dos Céus; Logo quantos ficam? “. ( Missão Abreviada)

Terceira Meditação: Sobre as penas do purgatório e dos remédios gerais para livrar-se de cair nas penas eternas do inferno.

“ Quanto mais te perdoas agora a ti mesmo e segues os apetites da carne, tanto mais fortemente serás depois atormentado, e tanto mais lenha ajuntas para te queimar”. (Imitação de Cristo)

Quarta Meditação: Da excelência do Santo Sacrifício da Missa e de outros meios eficazes para sufragar as almas do purgatório.
“ E, tendo feito uma coleta, mandou doze mil dracmas de prata a jerusalém, para serem oferecidas em sacrifícios pelos pecados dos mortos”. (II Livro dos Macabeus 12,43)

Capela São José
Travessa Santo Amaro, 31 Fundos, Bairro Jardim - Santo André/SP
A 5 minutos da Estação Pref. Celso Daniel (CPTM).
Subindo a Rua Catequese, entrar na segunda travessa a direita.

quarta-feira, 2 de novembro de 2016

Há purgatório, sim ou não?

HÁ PURGATÓRIO, SIM OU NÃO?
Os incrédulos, que só acreditam no que veem com os olhos, que a terra há de comer, claro está que negam a existência do Purgatório. Negam pelo prazer de negar, assim sem mais nem menos; não tem, porém nenhuma razão, nenhum argumento plausível para provar que não existe o Purgatório.
Os protestantes negam agora a existência do Purgatório. Em outros tempos, contudo, o admitiam. Na controvérsia de Leipsig, Lutero o admitiu; mais tarde admitia-o ainda, mas já com bastantes erros acerca dele, até que por fim o negou por completo.
O dogma do Purgatório é um dos pontos em que os protestantes vulgares costumam recorrer ao escárnio e zombar da Igreja Católica, das missas, dos sufrágios e das indulgências. E o mais interessante é ver como muitos desses infelizes protestantes, que não creem na Igreja Católica, não hesitam em prestar fé a um pastor, que lhes ensina a doutrina de um herege da laia do apóstata Lutero.
EXISTE O PURGATÓRIO
1º A BÍBLIA
No livro 2º dos Macabeus, refere-se que numa batalha morreram muitos soldados, debaixo de cujas túnicas foram encontrados objetos consagrados aos ídolos de Jamnia, coisa que a lei proibia aos Judeus. Todos, pois entenderam claramente que esta havia sido a causa da sua morte e era castigo deste pecado. Judas Macabeu, porém, recordando que afinal de contas tinham morrido pela religião e que pelo menos muitos se teriam arrependido, ainda que precisariam de sufrágios, conforme diz a Bíblia, colocou-se com os seus em oração “pedindo que seu pecado lhes fosse inteiramente perdoado... E havendo recolhido de uma esmola que mandou tirar, doze mil dracmas, as enviou a Jerusalém, para que se oferecesse um sacrifício pelos pecados daquelas pessoas que haviam morrido, tendo bons e religiosos sentimentos a respeito da ressurreição; pois se ele não esperasse que aqueles soldados mortos ressuscitariam algum dia, teria sido coisa  vã e supérflua orar pelos mortos. Desta maneira considerava que uma grande misericórdia estava reservada para os que eram mortos na piedade. É, pois santo e salutar pensamento o rogar pelos mortos, para que sejam livres de seus pecados”. (Cap. XII, 38-43 inclusive)
Bem claramente se acha expresso nestas linhas a existência do purgatório. Trata se de soldados que tinham morrido com algum pecado, mas que deveram ou puderam arrepender-se morrendo pela religião. Aqueles soldados mortos na peleja não estavam no inferno, onde não lhes teriam aproveitado as orações, não estavam tão pouco no céu, onde não precisariam de sufrágios. Logo estavam em algum PURGATÓRIO em que se purificassem de suas dívidas temporais.
2º A TRADIÇÃO
Na Igreja tudo o que se disse desde o principio e se creu desde os primórdios é de fé.
Os protestantes diziam que o Purgatório era invenção dos católicos, e os Metodistas chegaram até a marcar como data da tal invenção o ano de 1438. Estavam, porém inteiramente equivocados.
Na Igreja, sempre e desde os princípios, foi admitida e crida a existência do Purgatório, e os testemunhos, além da Bíblia, da antiguidade são os mais antigos que se possam desejar. Desde os primeiros séculos, a história da Igreja apresenta cerimônias em que os sacerdotes e os fiéis oram pelos mortos, dão esmolas pelos mortos, louvam o aliviar aos mortos com orações, escrevem sobre a lembrança que se deve ter dos mortos.
Em todas as liturgias e rituais se encontra na missa o sufrágio ou “memento” pelos mortos. Nas inscrições antiquíssimas das Catacumbas está muitas vezes uma súplica para que Deus refrigere os espíritos daquele defunto: “Refrigera (alivia, consola) ó Senhor, a alma de.... Todos os irmãos rogam a Deus para que este defunto seja recebido em Deus com santo e inocente espírito...”
Estas e outras inscrições do mesmo gênero aparecem nos lóculos e túmulos antiquíssimos.
3º A CRENÇA UNIVERSAL
Nem só os católicos, mas o mundo inteiro tem crido em algum Purgatório. Uns o põem de um modo, outros de outro, mas todas as religiões e todos os países, egípcios, indianos, gregos, latinos, americanos, japoneses, orientais e ocidentais, todos tem entre as suas tradições e lendas algumas sobre o Purgatório; sinal evidente de que tinham recebido essa ideia desde o princípio, ainda que a deturparam com o andar dos tempos.
4º O BOM SENSO
Por si, é mais fácil crer na existência do Purgatório do que na do Inferno. Tanto se deve crer, pela fé, na existência do Purgatório como na do Inferno; pela razão, porém e pelo bom senso é mais natural crer no Purgatório. Com efeito, reflitamos um instante: Deus é justo, e, portanto há de castigar de algum modo os pecados. Ora, entre os pecados, uns são de vulto e graves, outros, porém, são leves e veniais. Muitos homens há que não são bastante bons e puros de poderem ir para o céu, nem tão maus que mereçam ir para o Inferno. Para onde irão então estes? Para o Inferno? Não, porque não morreram em estado de pecado mortal. Para o céu? Tão pouco, porque tem algum pecado.
Não é porventura justo, natural, necessário que haja um lugar onde paguem temporariamente as penas devidas por esses pecados leves? Pois, esse lugar é o PURGATÓRIO. É tão forte esta razão, que muitos protestantes por ela admitem o purgatório, porque reconhecem que é mesmo necessário.
5º ESTE DOGMA É MUITO CONSOLADOR
Porque se não houvesse purgatório, poderíamos todos temer que, depois da morte, haveríamos de estar eternamente privados da felicidade e condenados ao inferno, porque, sem ofender a ninguém, todos somos maus e temos boa carga de faltas e de pecados. Ora, o inferno é terrível e espantosa é a pena eterna. Com a existência do PURGATÓRIO temos uma suavíssima consolação para nós e para os outros, pois esperamos que, não obstante os nossos deslizes e pecados, Deus misericordioso, ainda que nos haja de castigar, por fim há também de nos perdoar e destarte devidamente purificados, não penaremos eternamente.
6º ESTE DOGMA HARMONIZA A JUSTIÇA E A MISERICÓRDIA
Entre nós não falta quem diga: Isso de condenar tantos ao inferno é muito duro. Para todo o sempre!
Não falta, porém quem diga também, e com razão: - Isso de gozarem tanto os maus como os bons, os perversos como os virtuosos, os que neste mundo vivem em gozos sensuais, atolados num muladar de vícios, tanto como os que aqui trabalham e sofrem e que assim, com um ato de arrependimento vão para o céu como aqueles.... é muito duro, e não parece justo.
Não vos agonieis. Os que neste mundo se entregarem aos prazeres e gozos sensuais compensarão com o purgatório as suas faltas. Assim não serão condenados ao inferno muitos pecadores que, mesmo à última hora de sua vida, se arrependeram e voltaram aos braços de Deus, mas ainda assim padecerão graves penas temporais e até anos e anos de purgatório. Nesse lugar de purificação, os que neste mundo foram muito bons e virtuosos não terão que padecer ou pelo menos padecerão muito pouco; os que forem tíbios terão que padecer mais, e os maus terão que padecer muitíssimo, isso quando tiverem a ventura de se salvar.
Amigo leitor, o PURGATÓRIO existe realmente e é escusado nega-lo. Procuremos deveras viver virtuosa e santamente, tratemos de salvar a nossa alma, único negócio importante neste mundo, e ria-se dos incrédulos e protestantes que escarnecem do purgatório e dos católicos. Na hora da morte veremos todos de que lado está a verdade e quem teve juízo.
FALEM PROTESTANTES
HASE – “A maior parte dos que morrem, diz o protestante Hase, são demasiado bons para o inferno, mas não é menos certo que são demasiado maus para que possam entrar no céu. Cumpre, portanto confessar franca e lealmente que, sobre este assunto, há certos pontos obscuros na doutrina protestante” (Hase, Polêmica protestante, 1864).
BURNET – Este bispo protestante de Salzburgo afirma que até o tempo de Eduardo VI, filho e sucessor de Henrique VIII, os anglicanos recomendavam as almas dos defuntos à infinita misericórdia de Deus.
GROCIO – O mesmo protestante Grocio assegura que era universal entre os judeus o costume de orar pelos mortos.
LEIBNITZ, protestante também, admite igualmente um estado de expiação depois da morte, e recomenda a oração em sufrágio pelos defuntos.
Na apologia da Confissão de Ausburgo (parágrafo 33) lê-se o seguinte: – “Sabemos que os antigos têm falado da oração pelos defuntos, e nós não nos opomos de forma alguma a ela”.
FATO CURIOSO
Como celebram os protestantes os seus enterros? Não é curioso ver o chamado pastor de livro na mão a rezar os seus salmos, ou coisa parecida, ao dar sepultura a algum de seus sectários!... Por quem ora aquele herege, se a sua seita lhe manda crer firmemente que não há purgatório? Porque, se não há purgatório, isto é, se aquela alma pela qual está orando está já para sempre no céu, ou para sempre no inferno, é evidente que nenhuma oração lhe há de aproveitar. Que tal?
RAIOS DE SOL - Folhas Populares de Propaganda Católica - Padre Amando Adriano Lochu, S.J. Primeira Série - Coleção dos 100 primeiros números - São Paulo - 1931
Folheto nº 75 – “Há purgatório, sim ou não”

Oração de Santa Gertrudes pelas almas do Purgatório
(Nosso Senhor prometeu à Santa Gertrudes que salvaria mil almas do purgatório cada vez, que cada pessoa rezar com fervor esta Oração.)

Eterno Pai, Ofereço-Vos o Preciosíssimo Sangue de Vosso Divino Filho Jesus, em união com todas as Santas Missas que hoje são celebradas em todo o mundo; por todas as Santas almas do purgatório, pelos pecadores de todos os lugares, pelos pecadores de toda a Igreja, pelos de minha casa e de meus vizinhos. Amém.

União Sacerdotal Marcel Lefebvre – Resistência Católica
Capela São José – Santo André / SP

www.capelasaojose.com.br

terça-feira, 1 de novembro de 2016

Meditação de Santo Afonso: Festa de Todos os Santos


SOLENIDADE DE TODOS OS SANTOS

Vidi turbam magnam, quam dinumerare nemo poterat, ex omnibus gentibus, et tribubus et populis et linguis” — “Vi uma grande multidão, que ninguém poderia contar, de todas as nações, tribos, povos e línguas” (Apoc 7, 9).

Sumário. São três os fins principais que a Igreja tem em mira mandando celebrar a solenidade de todos os Santos. Quer em primeiro lugar que honremos os seus filhos que já triunfam no céu e especialmente àqueles que no correr do ano não tiveram uma festa própria. Para que as nossas homenagens nos aproveitem, ela quer em segundo lugar, que nos excitemos à prática do bem, pela esperança do céu. Finalmente quer a nossa boa Mãe aumentar a nossa confiança, dando-nos a entender que esses nossos bem-aventurados Irmãos se empenham para nos obter os favores divinos. Que fins tão nobres e consoladores!

I. Considera os fins nobilíssimos que a Igreja tem em mira, fazendo-nos celebrar hoje a solenidade de todos os Santos. Quer em primeiro lugar que honremos os seus Filhos, que já estão de posse do céu em companhia do Esposo divino, e especialmente àqueles que no correr do ano não tiveram uma festa própria. Ao mesmo tempo, quer que em nome do Santos demos graças a Deus.

Desejando que estas homenagens nos sejam proveitosas, quer a Igreja que nos sirvam para elevarmos o nosso espírito ao céu e nos excitemos à prática das virtudes pela contemplação dos bens eternos que lá em cima nos esperam, se perseverarmos. — Tanto mais que entre os milhões de Santos que hoje veneramos, há muitos de nossa idade e condição, e talvez, como nós, grandes pecadores. Parece que a Igreja nos diz hoje com Santo Agostinho: “Não poderás tu fazer o que puderam fazer eles?” Tu non poteris quod isti et istae?

Finalmente, com a solenidade presente, a Igreja quer aumentar a nossa confiança, recordando-nos o dogma da comunicação dos santos, e ensinando-nos que todos esses bem-aventurados irmãos querem empenhar a nosso proveito todo o poder de que gozam junto do Rei da glória. — Oh, que verdade tão consoladora! Os Santos do céu, lá no meio do seu triunfo, não se esquecem das nossas misérias, e oferecem-nos o seu auxílio. No dizer de São Bernardo, já que os Santos nada mais têm que pedir para si mesmos, porque são plenamente felizes, têm um vivo desejo de interceder por nós, e se não nos tornamos indignos pelas nossas faltas, obtêm-nos de Deus tudo o que querem. Que verdade tão consoladora! Que fins sublimes da parte da Igreja na instituição da festa de todos os Santos!

II. Entrando nas vistas sublimes de nossa Madre, a santa Igreja, elevemos hoje os nossos corações ao céu, onde reina um Deus onipotente, todo solícito em beatificar as almas, suas queridas filhas. Contemplemos como esses bem-aventurados Compreensores gozam ali delícias tais, que a linguagem humana não pode exprimir. Alegremo-nos com eles, rendamos em seu nome graças a Deus, e tomemos ânimo ao pensar que para nós também terminarão um dia os temores, as doenças, as perseguições, todas as cruzes; mais ainda, se nos viermos a salvar, tudo isso será para nós motivo de júbilo e glória no céu.

Animados, pois, pelo desejo que os Santos têm de nos ajudar, lancemo-nos em espírito aos seus pés e exponhamos-lhes confiadamente as nossas necessidades. Não nos esqueçamos também de rogar a eles pelos pobres pecadores e pelo livramento das almas do purgatório, a fim de que amanhã, no dia da sua comemoração, possam em grande número ir a gozar com os Santos no céu.

Ó Santos e Santas de Deus, ó bem-aventurados Espíritos angélicos, que estais abismados nos resplendores da glória divina! eu, vosso humilde servo, vos saúdo deste vale de lágrimas, venero-vos com amor, e dou graças ao Senhor vos ter sublimado a tão alta beatitude. Mas vós, lá dos vossos tronos excelsos, dignai-vos volver a mim vossos olhos piedosos. Vede os perigos que corro de me perder eternamente. Pelo amor de Deus, que é a vossa grande recompensa, obtende-me a graça de seguir fielmente as vossas pegadas, de imitar corajosamente os vossos exemplos, de copiar em mim as vossas virtudes; a fim de que, de admirador que sou, chegue a ser um dia o vosso companheiro na glória imortal.

“Onipotente e eterno Deus, que me concedeis a graça de venerar em uma só festividade os méritos de todos os vossos Santos, concedei-me também que, multiplicados os meus intercessores, obtenha a plenitude das vossas misericórdias.” (1) Fazei-o pelo amor de Jesus e de Maria.”

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1. Or. festi.

(LIGÓRIO, Afonso Maria de. Meditações: Para todos os Dias e Festas do Ano: Tomo III: Desde a Décima Segunda Semana depois de Pentecostes até o fim do ano eclesiástico. Friburgo: Herder & Cia, 1922, p. 382- 384.)