terça-feira, 25 de abril de 2017

Dom Antônio de Castro Mayer - 26 anos de falecimento


* Campinas, 20 de junho de 1904              + 25 de abril de 1991
“Requiescat in pace”!

“Vivemos – ninguém nega – uma terrível crise na Igreja, que atinge profundamente o sacerdócio católico. A perpetuidade do Santo Sacrifício da Missa, a administração dos Sacramentos, a guarda e a transmissão fiel da fé católica estão hoje séria e gravemente ameaçadas. Por tudo isso é inegável o gravíssimo estado de crise na Igreja. Necessidade de padres católicos para o Santo Sacrifício, para a doutrina. Quando as autoridades da Igreja se recusam a dar-lhe destes padres verdadeiramente católicos, um bispo não pode pretender ter cumprido seu dever, se se limita a resistir na fé, como um leigo. Diante de Deus, de Quem recebi, na sagração episcopal, a plenitude do poder de ordem, afirmo que, na presente crise, não só é lícito, mas urge mesmo como dever impostergável utilizar destes poderes para o bem das almas." 


Dom Antônio, 18 de dezembro de 1988

Obrigado Dom Antônio!

segunda-feira, 24 de abril de 2017

Dia de Formação com o Prof. Carlos Nougué


Salve Maria

Em 29/04/2017 teremos um dia de formação com o Prof. Carlos Nougué a partir das 10h com conferências de temas diversos.

E as 17h haverá o lançamento do novo livro do professor "Do Papa Herético e outros opúsculos".

Maiores informações: missaosaojoseusml@gmail.com ou (11) 94383-6157 (Whatsapp)

"Nossa Senhora de Fátima, rogai por nós!"

quarta-feira, 19 de abril de 2017

Programação - Capela São José

Caros, Salve Maria

Segue a programação da Capela:

- Amanhã, 20/04/2017, Santa Missa às 20h30min.

- Na próxima sexta feira, 21/04/2017, feriado, o Rev. Pe. Joaquim, FBMV fará um dia de formação na Capela São José sobre as Aparições de Nossa Senhora de Fátima.

9h - Santo Terço
9h30 - Café da Manhã
10h - Conferência "A Santíssima Virgem: resumo de sua atuação nos tempos de apostasia"
12h - Almoço partilhado
13h30 - Santo Terço
14h - Conferência "Fátima e a paz no mundo"
15h30 - Café
16h - Conferência "Fátima e nossa vida espiritual"
17h30 - Preparação para a Santa Missa, Confissões e Terço
18h  - Santa Missa

Para a alimentação (cafés da manhã/tarde e almoço) faremos algo partilhado. Desse modo, pedimos que cada um leve um prato.

Nos intervalos das conferências teremos um bazar de roupas, calçados, livros e eletrônicos. Todo valor arrecadado será utilizado para as contas da Capela nesse mês abril.

terça-feira, 21 de março de 2017

Pequeno Catecismo de São José - Lição III e IV

Pequeno Catecismo de São José



3ª Lição
São José, pai adotivo do Menino Jesus

11 – A quem foi confiada a guarda do Menino Jesus?
A guarda do Menino Jesus foi confiada aos paternais cuidados de São José. Por esse honroso ofício, obrigava-se São José a velar sobre o Menino, a educá-lo e a transmitir-lhe ordens com a mesma autoridade que lhe daria o título de verdadeiro pai.

12 – Como desempenhou São José esta delicada missão?
São José desempenhou cabalmente o cargo que Deus lhe confiara. Proveu a todas as necessidades do Menino Jesus; protegeu-O e serviu-O com a ternura e o carinho de que é capaz o melhor dos pais.
Sabemos isso pelo Evangelho que nos mostra São José cheio de solicitude e de paternal afeto para com Jesus em Belém, no Egito e em Nazaré.

13 – Em que circunstancia mostrou São José seu paternal afeto para com Jesus?
Durante os três dias que Jesus permaneceu em Jerusalém às ocultas dos pais. José lastimou tanto quanto Maria Santíssima essa imensa perda e alegrou-se com ela pelo feliz encontro de seu depósito sagrado.

14 – Não mereceu então o título glorioso de pai de Jesus?
Sim, embora na realidade não seja senão pai adotivo do Verbo Encarnado, mereceu o título de Pai, visto possuir São José os sentimentos e desempenhar a  missão de pai.

15 – Que ensinam os Evangelistas acerca de São José?
Os Evangelistas consideram São José como pai de Jesus. É ele quem lhe impõe o nome de Jesus; é ele que o anjo avisa do perigo que corre o Menino, é ainda ele que recebe a ordem de regressar do exílio.
Podemos partilhar da felicidade de São José , se soubermos guardar Jesus que recebemos na Santa Comunhão e se gravarmos em nossa alma os sentimentos que animavam São José.

4ª Lição
Provas e consolações de São José

16 – Onde morou a Sagrada Família?
A Sagrada Família fixou residência em Nazaré, mas por ordem do Anjo e afim de escapar à sanha feroz de Herodes, que procurava matar o Menino, teve de refugiar-se no Egito e ali permaneceu até a morte do tirano.

17 – Não quis Deus provar os pais de Jesus?
Sim, Deus quis submetê-los a toda sorte de provas: em primeiro lugar, fazendo nascer o Menino longe de casa, num miserável estábulo; em seguida, permitindo todos os incômodos e privações de um longo exílio entre gente pagã e, mais tarde, privando-os por três dias da presença do Divino Menino, perdido em Jerusalém.

18 – Como suportou São José todas essas provas?
Adorando os desígnios de Deus e submetendo-se às suas ordens sem réplica nem murmuração.

19 – Outorgou Deus alguma consolação a São José?
Deus inundou a alma de seu fiel servo com as mais puras alegrias; deu-lhe a felicidade de ver os Pastores e os Reis prostrados diante da manjedoura a oferecer dádivas ao Menino Jesus.
São José gozou da insigne alegria de carregar inúmeras vezes o Menino nos braços, de estreitá-lo ao coração, arrebatado em santo amor, de amparar o Menino contra seus inimigos, de defendê-lO com as próprias mãos, de dar-Lhe ordens e vê-las sempre cumpridas por Jesus.

20 – Que ensina esta submissão de Jesus?

Ensina a profunda humildade de Jesus e a grande dignidade de São José (São Bernardo).

segunda-feira, 20 de março de 2017

Pequeno Catecismo de São José - Lição I e II

Pequeno Catecismo de São José
Casto esposo de Maria.



1ª Lição
Ascendência de São José

1-      Quem era São José?
São José era homem justo, escolhido de Deus para ser o esposo de Maria Santíssima, e o pai adotivo de Jesus.
São José nasceu em Belém, na Judéia, uns quarenta anos antes da vinda de Nosso Senhor. Seus pais, pobres aos olhos do mundo, eram ricos em merecimentos perante Deus. Pertencia a nação judaica. Era da raça de Abraão; da real família de Davi e contava entre seus antepassados quatorze patriarcas, quatorze profetas e quatorze reis.
José e Maria eram ambos descendentes da família real de Davi.

2-      Permaneceu São José com seus pais em Belém?
Não; partiu para Nazaré, onde exerceu o ofício de carpinteiro.

3-    Porque Deus resolveu que São José fosse apenas humilde artífice?
Afim de dignificar o trabalho e a pobreza, santificados mais tarde pelo próprio Jesus Cristo.

4-      Que ensina o Evangelho no tocante aos grandes méritos de São José?
O Evangelho ensina que São José era homem justo, para dar a entender que possuía não só a justiça particular, mas a justiça universal, resumo de todas as virtudes.

5-      Que significa o nome de José?
O nome de José significa “Acréscimo”, o que prova que este santo Patriarca era ornado de todos os dons de Deus.

São José, Pai adotivo do Menino Jesus
2ª Lição
Dignidade de São José

6-      Porque foi São José favorecido de tão insignes favores?
São José foi favorecido de tão insignes favores devido à vocação a que era destinado.
Deus destinava São José à vocação de esposo de Maria Santíssima e pai adotivo de Jesus.

7-      Foram Maria Santíssima e São José unidos pelos vínculos matrimoniais?
Sim, o Evangelho ensina que Maria era esposa de São José.

8-      Não resolvera São José deixar secretamente Maria Santíssima?
Sim, mas enquanto cogitava na realização do plano, um anjo lhe apareceu em sonho, dizendo-lhe: “José, filho de Davi, não temas conservar contigo a Maria, tua esposa, pois aquele que nela se gerou, é obra do Espírito Santo. Ela dará a luz a um filho, e tu lhe porás o nome de Jesus, porque é Ele quem há de salvar o seu povo dos seus pecados” (São Mateus, I, 20-21).
Despertando do sono, fez José como lhe ordenara o Anjo e conservou consigo sua esposa.
Cumpriram-se integralmente as predições do Anjo, realizando-se o que o Senhor tinha dito pelo profeta: “Eis que uma Virgem conceberá e dará à luz um Filho, a quem se há de chamar Emanuel, que significa: ‘Deus conosco’” (São Mateus, I, 23).

9-      Porque razão foi Maria confiada a José, visto que ela devia permanecer virgem?
Porque, além de ser o guarda da honra e da virgindade de Maria Santíssima, José devia prodigalizar seus desvelos ao Menino Jesus.

10-   Que honra proporcionou Deus a São José, confiando-lhe tal encargo?
A de protetor da virgindade de Maria, honra essa, que não se pode ser superada senão por aquela de guarda de Nosso Senhor Jesus Cristo.



Coleção Livros didáticos FTD – A Devoção à Santíssima Virgem Maria ensinada à mocidade, seguida do Pequeno Catecismo de São José. Livraria Paulo de Azevedo & Cia Ltda. – Disponível em OBRAS RARAS DO CATOLICISMO.



"São José a vós nosso amor, 
sede nosso bom protetor, 
aumentai o nosso fervor!"

segunda-feira, 13 de março de 2017

Novo carro para o mosteiro

Salve Maria!
O Mosteiro da Santa Cruz precisa adquirir um novo carro para as viagens de atendimento às missões.
Quem puder colaborar com essa campanha...
Qualquer valor é bem vindo.


sexta-feira, 3 de março de 2017

Colabore com o lançamento do livro "Do Papa Herético e outros opúsculos"


Colabore com o lançamento do livro "Do Papa Herético e outros opúsculos", do Prof. Carlos Nougué.


http://edicoes.santotomas.com.br/



“O chamado magistério conciliar, e em especial o de Francisco, impõe a muitos de nós um grave dilema. E, de fato, têm-se-lhe dado duas respostas gerais. A primeira resposta, intencionando ater-se à promessa de Cristo de que as portas do inferno não prevaleceriam (cf. Mat. 16, 18), termina por calar-se diante dos desvios da fé em que incorre o magistério conciliar, ou até por segui-los, sendo embora ambas as coisas inconvenientes. A segunda – que busca em geral seguir a Tradição – reage, resiste, opõe-se a tal magistério, mas de dois modos principais e muito diferentes. O primeiro modo é o do sedevacantismo, que considera que o sujeito em que a autoridade magisterial reside de modo mais pleno – o papa – já não o é por herético, e ao considerá-lo põe implicitamente (ainda que involuntariamente) que acabou a própria Igreja. Mas ao segundo, prudentíssimo, o iniciado por Dom Marcel Lefebvre, deram-se duas fundamentações teológicas principais: a primeira é a doutrina das “duas Igrejas” – a nosso ver, insatisfatória –, enquanto a segunda é a que se acha na obra do Padre Álvaro Calderón A Candeia Debaixo do Alqueire – a cujas conclusões aderimos inteiramente.
Não se espere deste opúsculo, todavia, o que ele não dará: nem uma opinião quanto ao modo com que se deve resistir ao magistério conciliar, nem uma declaração formal de que os papas conciliares são heréticos. Este opúsculo, em verdade, nem sequer tem por sujeito o magistério conciliar, senão que o trata tão só na medida em que seus atos sirvam, segundo indução, a nosso intento: mostrar que, se um papa se desvia da fé ou, o que é o mesmo, incorre de algum modo em heresia, nem por isso perde ipso facto a jurisdição, contrariamente ao que dizem os sedevacantistas, fundados, segundo eles, na Bula Cum ex apostalatus officio (1559), do Papa Paulo IV, ou nas investigações de São Roberto Bellarmino acerca deste sujeito, ou em considerações de outros teólogos. E, se empreendemos este opúsculo e temos nele tal intento, não é senão porque, sem discrepar embora nem minimamente do dito pelo Padre Álvaro Calderón em sua resposta ao sedevacantismo, nesta, segundo nos parece, não se dá resposta mais cabal à questão de se um papa pode incorrer em heresia enquanto papa. Tentamos dá-la aqui, portanto, em forma de quaestio disputata e em três artigos, nos quais se indaga:
  • antes de tudo, se é possível faltar à Igreja a autoridade humana suprema;
  • depois, se um papa pode incorrer em heresia;
  • por fim, se um papa a fide devius perde ipso facto a jurisdição ou se pode ser julgado”.