quarta-feira, 25 de maio de 2016

A missa nova, um caso de consciência - Capítulo VI - 2ª parte

A MISSA NOVA, UM CASO DE CONSCIÊNCIA

Capítulo VI

Respondendo a objeções

2ª parte


Quinta Objeção: "Par pari non obligat" (um igual não obriga ao igual). Então, o que um Papa fez outro não pode desfazer?

Resposta: Pode-se afirmar este princípio de maneira absoluta e em todos os campos? Claro que não. Por exemplo: Um Papa não pode declarar no futuro que Nossa Senhora não foi assunta ao céu em corpo e alma, pois é dogma já definido por Pio XII. Neste sentido entendem as palavras do Evangelho: "Tudo que ligares na terra será ligado no céu" (Mat. 16,19).

Um Papa não pode revogar a canonização de um santo após tê-la livremente decretado. Um Papa não pode revogar os vínculos matrimoniais válidos.

Os Papas são iguais em poderes "ratione officii", enquanto Papas; mas nas questões sobre as quais emitem definições, "ratione materiae", eles não podem definir livremente sobre todas as matérias, pois estão "ligados" pela Sagrada Escritura, pela Tradição e pelas definições já proferidas pela Igreja no seu Magistério perene, ao qual estão subordinados e não podem contradizer (cfr. Pio IX na Carta Apostólica "Mirabilis illa constantia", ratificando a declaração coletiva dos bispos alemães que afirmam, além do que dissemos acima, que "a opinião de que o Papa por força de sua infalibilidade é um príncipe absolutíssimo supõe um conceito errôneo do dogma da infalibilidade papal" (Denz. Sch. 3116 e 3117).

Portanto não está em questão a igualdade de poder dos Papas enquanto Papas e sim a diferença das matérias sobre as quais este poder é exercido. A extensão do poder das chaves evidentemente não abrange o "ligar" e "desligar" contra o direito divino, contra a Sagrada Escritura, contra a Tradição ou contra as definições já dadas pelo magistério.


Sexta Objeção: Mas é o Papa quem determina o que está conforme a Tradição e o que não está.

Resposta: De acordo. E esta é a razão da firmeza de nossa posição. O papa pio IV, por exemplo, no Concílio de Trento (sessão XXII, cap. 4) declarou e definiu que o Cânon da Missa tradicional é isento de todo erro e lançou o anátema sobre quem disser o contrário e afirmar que ele deve ser ab-rogado. Portanto, o Papa é o interprete da Tradição. Mas a Tradição não está ao sabor de cada Pontífice. A ela até o Papa está ligado. O Papa evidentemente pode explicitar e explicar o que está contido na Tradição, mas não entrar em contradição com ela. Pois o Espírito Santo não lhe foi dado para ensinar uma nova doutrina, mas para conservar e expor fielmente o depósito que recebeu (cfr. declaração do Vaticano I, in Objeção 4.ª).

O poder do Papa é supremo, mas não ilimitado.

Se houvesse uma controvérsia sobre se tal doutrina está conforme ou não com a Tradição, então o Papa, usando o seu carisma de infalibilidade, poderia definir a questão. Mas no caso, não há propriamente controvérsia, pois os dogmas eucarísticos e verdades não explicitadas na Missa Nova já foram claramente definidos pelo Magistério da Igreja e as heresias ali favorecidas já foram, uma vez por todas, condenadas. Portanto, ao não seguir a Missa Nova, estamos seguindo a Tradição claramente interpretada pelo Magistério da Igreja.


Sétima Objeção: A Igreja, no decurso dos séculos, já modificou várias vezes a sua Liturgia. Por que não aceitar as modificações atuais?

Resposta: Diz o adágio: "Lex orandi, lex credendi". Fé e oração estão em estreita ligação. São correlatas. A oração litúrgica é a expressão de nossa Fé. Daí, com o desenvolvimento orgânico e homogêneo do dogma, se deu progresso orgânico e homogêneo da Liturgia. E mais. Quando a Fé era atacada pelos hereges, a Igreja dava-lhes resposta na sua Liturgia com enriquecimentos anti-heréticos que, ao mesmo tempo, reafirmavam e consolidavam a fé dos fiéis. Basta que consultemos a história da Liturgia, de que recordamos alguns pontos.
Assim, os Maniqueus consideravam a matéria como princípio do Mal e diziam que a Missa não era sacrifício. Contra eles a Igreja (Papa São Leão) acrescentou ao Cânon da Missa as palavras "sanctum sacrificium, immaculatam hostiam", explicitando assim a realidade e santidade do sacrifício eucarístico.

Os Arianos negavam a divindade de Jesus. Gostavam da expressão "pelo Filho no Espírito Santo". Como reação, exprimindo melhor a doutrina, estabeleceu-se esta: "Glória ao Pai e ao Filho e ao Espírito Santo". E para refutar o sentido que os Arianos davam a fórmulas como "por Cristo Nosso Senhor", a Liturgia Romana desenvolveu esta terminação breve das orações na terminação longa "por Nosso Senhor Jesus Cristo que convosco vive e reina na unidade do Espírito Santo, Deus, por todos os séculos dos séculos...".

Os hereges pelagianos entre outras coisas negavam a necessidade da graça e o pecado original. Muitas orações do Missal Romano no tempo pascal e depois de Pentecostes (por exemplo, as orações do I, IX e XVI domingos depois de Pentecostes) são a condenação, um por um, dos erros destes hereges.

Os semi-pelagianos incidiram no mesmo erro de negar a necessidade da Graça. A reação litúrgica contra eles, para mostrar que a todo momento necessitamos do auxílio de Deus, foi a introdução da invocação "Deus in adjutorium meum intende" (Deus, vinde em meu auxílio), extraída dos Salmos, no começo de todas as horas canônicas.

No século XII, Berengário ensina erros sobre a presença real e alguns começaram a afirmar que a presença de Cristo na eucaristia só se dava depois da consagração do Cálice. Contra isso, a Igreja introduz a elevação da Hóstia para ser adorada pelos fiéis antes de começar a consagração do Cálice.

Os cátaros, no século 12 e 13 negavam a Encarnação e também a Transubstanciação. Segundo esta heresia, o espírito, que é bom, não pode habitar a carne, que é má. Uma das respostas da Igreja à ameaça herética foi a instituição, em 1285, da recitação do último Evangelho (Prólogo de São João), no final da Missa, com a genuflexão ao "Et Verbum caro factum est".

Os jansenistas começaram a esfriar a devoção do povo. Como reação litúrgica foi introduzido o culto do Sagrado Coração de Jesus.

Contra o laicismo moderno, Pio XI institui a festa de Cristo Rei, uma reação litúrgica com expresso intuito doutrinário. (Observações históricas extraídas do livro "Valor teológico da Liturgia", Pe. Manuel Pinto, SJ).

Assim foi no decurso dos séculos até hoje. E ninguém deixou de aceitar as modificações litúrgicas e o progresso da Liturgia, pois eram um verdadeiro enriquecimento de acordo com a Tradição, fortalecimento da Fé contra as heresias, um autêntico progresso. Tradição é a soma de um passado com presente que lhe é afim.

Ora, conforme se viu no decurso deste trabalho, as modificações atuais são completamente opostas ao modo tradicional de agir da Igreja. Os cortes e acréscimos atuais são sensivelmente favorecedores da heresia. A diminuição das genuflexões, sobretudo logo após a Consagração, a supressão das orações do Ofertório, a mutilação do Cânon Romano, a introdução de novas Preces Eucarísticas, a equiparação da liturgia da palavra com a liturgia eucarística, a maneira de se celebrar "versus populum" e todo o conjunto das modificações da nova Liturgia demonstram que não foram acréscimos no sentido de enriquecer e explicitar mais os mistérios eucarísticos, nem de evitar quaisquer interpretações heréticas, nem de nos robustecer mais na fé, mas, ao contrário, tornaram-nos inexplícitos e ambíguos, fazendo assim que a Missa perdesse a identidade de sacrifício da Igreja Católica.

Assim se compreende que os protestantes, que negam os dogmas eucarísticos e detestam a Missa tradicional, agora dizem poder celebrar a sua "ceia" com os textos da Missa Nova. Assim se compreendem melhor as estatísticas comprovando a diminuição do fervor dos fiéis. Assim se compreende também a reação dos verdadeiros fiéis católicos a essas novidades.

Favorecer a heresia não pode ser matéria de obediência.


Oitava objeção: Se o novo "Ordo" aproxima a liturgia da Missa do rito protestante da ceia, já que foi ele imposto à igreja toda, chegaríamos à conclusão de que a Igreja teria falhado, contra a promessa de Jesus Cristo. Pois teria induzido os fiéis ao erro e à perda da Fé. Não podemos admitir semelhante defecção da Igreja. Devemos, pois, afirmar que o novo "Ordo" não contém tais deficiências, e deve ser aceito.

Resposta: Esta objeção parte do princípio de que a Igreja é infalível nas suas leis litúrgicas gerais. Ora, existem razões, tanto de ordem doutrinária quanto histórica, para se pôr em dúvida que as leis litúrgicas universais impliquem sempre e necessariamente a infalibilidade da Igreja. Na teologia das últimas décadas vem-se tornando cada vez mais claro que as disposições gerais nesta matéria envolvem a autoridade da Igreja em graus variáveis, segundo a medida em que a Santa Sé ou a sagrada Hierarquia tenham empenhado, em cada caso concreto, a sua autoridade. (Sobre este assunto, leia-se o folheto: A infalibilidade das leis eclesiásticas, de A. V. Xavier da Silveira, 1971).

Outrossim, acrescentamos:

a) O argumento prova demais. Com efeito, a mesma Igreja que agora é apresentada como impondo o novo "Ordo Missae", antes do II Concílio do Vaticano editou normas litúrgicas discordantes do novo "Ordo", e as impôs a toda a Igreja. E de fato foram aplicadas em toda a Igreja.

Alguns exemplos:

1.º) Pio VI, ao condenar o Sínodo de Pistóia, proscreveu a introdução do vernáculo na Liturgia, como coisa falsa, temerária, perturbadora da ordem prescrita na celebração dos Mistérios, facilmente causadora de muitos males (Prop. 66 - Denz.-Sch. 2666). O novo "Ordo" introduz o vernáculo. Perguntaríamos: qual das duas igrejas falhou: a anterior ao II Concílio do Vaticano, ou a posterior?

2º) Não se diga que, mudadas as condições, o que era inconveniente passou a ser aconselhável. Com efeito, há exemplo de mudança semelhante, onde não há, em absoluto, lugar à explicação de uma subsequente conveniência. De fato, o Concílio de Trento anatematiza os que condenam o rito que manda dizer em voz baixa as palavras da Consagração (Ses. 22, cn. 9 - Denz.-Sch. 1759). O novo "Ordo", ao contrário, afirma que as palavras da Consagração, por sua própria natureza (grifo nosso), devem ser ditas em voz clara e audível (Rubrica nº. 91). Perguntamos, qual das duas igrejas errou, a de Trento ou a do novo "Ordo"? E aqui notemos que, ao declarar que "por sua própria natureza" as palavras da Consagração devem ser ditas de modo claro e audível, o novo "Ordo" está a dizer que sempre, em toda parte e em todo tempo, essas palavras devem ser pronunciadas desse modo ao celebrar-se a Santa Missa. Porquanto, o que é exigido pela própria natureza transcende o tempo e o espaço.

b) O argumento, portanto, prova demais, ou seja, não prova nada. Ou melhor, dá azo a que se veja a possibilidade de se esgueirar algum erro ou engano numa determinação litúrgica, ainda que imposta a toda a Igreja (cfr. A infalibilidade das leis eclesiásticas, p. 20-21).

c) Esta observação explica a frase de Inocêncio III que ele (Papa) não poderia ser julgado pela Igreja, a não ser pelo pecado que cometesse em matéria de fé (cfr. Billot, Trat. "De Ecclesia Christi", tom. I, pp. 618-619, 1909).


Nona Objeção: Mas como salvar a indefectibilidade da Igreja, se toda Ela aceitou pacificamente o novo "Ordo"?


Resposta: Contestamos que essa aceitação tenha sido pacífica, que não tenha despertado estranheza precisamente porque inovava num sentido oposto ao da Tradição.

Tão logo promulgado, o novo "Ordo" suscitou dúvidas, perplexidades, problemas de consciência e reações, da parte de Cardeais, sacerdotes, teólogos e leigos. Assim, os Cardeais Ottaviani e Bacci escrevem em carta a Paulo VI (5-10-69): "A parte melhor do Clero passa, nestes momentos, por uma torturante crise de consciência, da qual possuímos testemunhos inumeráveis e quotidianos". Um grupo de teólogos e outro de canonistas, em artigos bem sólidos na revista "Pensée Catholique", nº 122 de 1969, pp. 1-47, evidenciam o distanciamento do novo "Ordo" com relação ao Dogma católico, tão bem expresso no Ordo tradicional, e os canonistas respondem a uma consulta suscitada por dúvidas surgidas quando da promulgação do novo "Ordo". A Revista francesa "Itinéraires", editada em Paris (4, rue Garancière), em vários números, especialmente 146 de 1970, apresenta artigos e testemunhos sobre o assunto. O escritor francês Louis Salleron publicou em "Nouvelles Éditions Latines", Paris, 1970, o livro: La nouvelle Messe – uma crítica serena e fundamentada do novo "Ordo". Veja-se também "Catolicismo", nº 242, fevereiro de 1971: "Sobre a nova Missa: Repercussões que o público brasileiro ainda não conhece".

É significativa a reação do Episcopado inglês que pediu à Santa Sé para continuar a usar o Missal Romano, codificado por São Pio V, como noticiaram os jornais na ocasião, por exemplo o jornal brasileiro "O Globo", em sua edição de 17-7- 71.

O argumento da aceitação do novo "Ordo" valeria se ela significasse a adesão ao que ele envolve, não somente enquanto rejeita o que há no artigo, mas também enquanto prescreve as novas ideias que seus ritos indicam. Ora, nenhuma das duas consequências consta com certeza. A aceitação envolve apenas um ato de subordinação ao supremo Hierarca, subordinação que só se entende à luz da afirmação várias vezes repetida de que Ele não modificou essencialmente o rito da Missa. Em outras palavras: não estava, acaso, Paulo VI preocupado em acalmar os temores dos fiéis que não aceitaram uma Nova Missa na essência diferente da antiga?

Para tanto, era preciso convencê-los de que, apesar das aparências, na realidade a Missa não era nova. Era mesma de sempre, com leves retoques.

Mostramos que os retoques, de fato, afetaram essencialmente o Sacrifício da Missa. Tanto assim que protestantes, que não admitem o Sacrifício da Missa, aceitam as preces do novo "Ordo" para celebração de sua ceia comemorativa da Ceia do Senhor.


Décima Objeção: Ao superior compete mandar e ao súdito obedecer. Já que Paulo VI promulgou o novo "Ordo" e os Bispos no-lo impõem, não se peca por desobediência, recusando-o?

Resposta: Recordemos primeiramente o ensino da Igreja sobre a obediência. Ela é uma virtude sobrenatural, moral que inclina nossa vontade a submeter-se à vontade de Deus ou à de um superior, considerado como intermediário da vontade divina. Como todas as virtudes morais, a obediência, para ser virtuosa, deve ser governada pela prudência. Enquanto que as virtudes teologais não podem ser transgredidas senão por defeito, as virtudes morais podem ser transgredidas por defeitos ou por excesso. Saí o provérbio bem conhecido: “Virtus in medio”. A virtude está num justo meio. Este justo meio é indicado pela prudência sobrenatural.

 Já que a obediência nos inclina a submeter nossa vontade à de um Superior, enquanto este é o representante da vontade divina, que é preciso para que haja obediência? É preciso uma ordem. Mas uma ordem que venha de um Superior legítimo que ordene dentro do campo onde pode exercer sua autoridade. Este direito de mandar vem de Deus: "Tu não terias nenhum poder sobre Mim, se não te fosse dado do alto" (Jo 19,11).

Nestas condições, se aquele que manda ultrapassa o âmbito de seu direito, seu poder neste ponto não lhe vem do alto; não existe ordem propriamente dita, mas abuso de poder. Todo 61 inferior está obrigado a obedecer a seu Superior em tudo aquilo em que lhe está submisso, quer dizer, em tudo aquilo em que o Superior tem direito sobre ele.
Obediência incondicional e em tudo só se deve a Deus.

A obediência cega não excusa a responsabilidade dos súditos, e estes terão que prestar contas a Deus.

Recusando o novo "Ordo Missae” promulgado pelo Papa e imposto pelos Bispos, nós não desobedecemos, lembramos apenas, respeitosamente, os contornos que a Revelação impõe às autoridades da Igreja.


Décima Primeira Objeção: Mas rejeitando a nova Missa não se está formando um cisma?

Resposta: Permanecendo-se fiel à Tradição, não se pode cair na heresia nem no cisma. É na novidade que há perigo de cisma ou heresia.

Para caracterizar-se uma cisma é necessário que haja, por um lado, rejeição da autoridade pontifícia ou recusa de submissão aos preceitos e julgamento da Igreja, por outro, rejeição de comunhão com os membros da Igreja. Reconhecemos a autoridade do Papa sobre a Igreja Universal e sobre cada um dos fiéis. A recusa de obediência a um ato do Papa, de si, não envolveria cisma. Mas, no presente caso, não se trata nem sequer de desobediência. É justamente por obediência à Tradição e ao Magistério perene da Igreja que recusamos o novo "Ordo". Esta "resistência" àquilo que seria uma vontade do Papa nada tem a ver com desobediência. Repetimos com São Bernardo: "Aquele que faz um mal porque lhe mandam, faz menos um ato de obediência do que de rebeldia" (Carta XXXIII em "Cartas Diversas"). Assim, o Cardeal Caraffa, opondo-se energicamente à vontade do Papa Sisto V que queria publicar uma versão defeituosa da Bíblia, não fez cisma. Como também não fez cisma São Bruno de Segni opondo-se a Pascoal II na questão das investiduras. Nem são acusados de provocar cisma Guido de Vienne, São Hugo do Grenoble e São Godofredo de Amiens pelo fato de ameaçarem romper com Pascoal II, caso este não confirmasse as decisões sinodais contrárias aos decretos arrancados pelo Imperador ao Papa.

Outrossim, um rompimento formal com os costumes fundados em Tradição Apostólica, sobretudo em matéria de culto, envolve cisma. Por isso, o grande teólogo Suarez não teme afirmar que poderia ser considerado cismático o Papa que "quisesse subverter todas as cerimônias eclesiásticas fundadas em tradição apostólica" (De Caritate, disp. XII, sect. I, nº2, pp. 733-734). Ora, uma liturgia heretizante e tendente à dessacralização não tem base alguma na Tradição; pelo contrário, constitui uma ruptura formal e violenta de todas as regras que até hoje orientaram o culto católico.


Bibliografia

"L'Ordo Missae de Paul VI: qu’en penser?", Arnaldo Xavier da Silveira, Diffusion de la pensée française, Chirer-en-Montreuil, 1975, 360 pp.

"Breve exame crítico" (apresentado ao Papa pelos Cardeais Ottaviani e Bacci)

Revistas e jornais consultados: "Catolicismo", "Itinéraires", "Si si no no", "Permanência".


Compilado sob a responsabilidade dos padres tradicionalistas da Diocese de Campos no tempo da então União Sacerdotal São João Maria Vianney, portanto, antes dos acordos realizados com Roma no ano 2000.