quarta-feira, 4 de maio de 2016

Refutação ao vídeo blasfemo do Papa Francisco

REFUTAÇÃO AO VÍDEO BLASFEMO DO PAPA FRANCISCO



"A maioria dos habitantes do planeta declara-se crente. Isto deveria ser motivo para o DIÁLOGO entre as religiões." – Papa Francisco

“O espírito de Cristo, que ditou as Sagradas Escrituras, e o espírito que anima e guia a Igreja de Cristo, e ensina-lhe toda a verdade, é o mesmo, e, portanto, em todas as idades sua conduta quanto a este ponto tem sido uniformemente a mesma como o que a Sagrada Escritura ensina. Ela [a Igreja] tem constantemente proibido seus filhos de realizar qualquer comunicação, em matéria religiosa, com aqueles que são separados de sua comunhão, e isso ela tem feito às vezes sob as penas mais severas. Nos cânones apostólicos, que são de permanência muito antiga, e na maioria das vezes transmitidos a partir da era apostólica, é assim decretado: ‘Se algum bispo, ou padre, ou diácono, juntar-se em orações com os hereges, que ele seja suspenso da Comunhão’ (Can. 44).
Além disso, ‘Se algum clérigo ou leigo for à sinagoga dos judeus, ou às reuniões dos hereges, para se juntar em oração com eles, que seja deposto, e privado da comunhão’ (Can. 63).

Assim também, em um de seus concílios mais respeitados, realizados no ano de 398, em que o grande Santo Agostinho estava presente, Ela fala assim: ‘Ninguém deve ou rezar ou cantar salmos com os hereges, e todo aquele que se comunicar com aqueles que estão fora da comunhão da Igreja, seja clérigo ou leigo, seja excomungado’ (Coun. Carth. Iv. 72 e 73).

A sua linguagem é a mesma em todas as idades, e nisso, Ela mostra que é mãe verdadeira, que não tolera seus filhos sendo divididos. Ela sabe que seu esposo celestial declarou que "ninguém pode servir a dois senhores, não podemos servir a Deus e a Mamon", e por isso Ela deve fazer com que eles sejam totalmente Dela, ou Ela não poderá reconhecê-los como tal. Ela sabe que seu santo apóstolo protestou que não pode haver "colaboração, nem companheirismo, nem concórdia, nenhum pacto, não há acordo entre o fiel e o infiel", e por isso Ela nunca pode permitir que qualquer um de seus filhos fiéis tenha qualquer comunicação religiosa com os adeptos de uma falsa religião e fé corrompida.” - Bispo George Hay (1729-1811) da Escócia, um dos maiores professores católicos e apologistas do início do século XIX.

"Não devemos deixar de rezar por isso, e COLABORAR com quem pensa diferente." – Papa Francisco

Colaborar? Contribuir para com eles?
“... Eles afirmam que todas (as igrejas) gozam dos mesmos direitos; que a Igreja só foi Una e Única, no máximo da época apostólica até os primeiros Concílios Ecumênicos(...). Tal é a situação. É claro, portanto, que a Sé Apostólica não pode por nenhum preço tomar parte em seus congressos, e que não é permitido, por nenhum preço, aos católicos aderir a semelhantes empreendimentos ou contribuir para eles; se eles o fizerem dariam autoridade a uma falsa religião cristã completamente estranha à única Igreja de Cristo” (Pio XI – Mortalium Animus)

"Procuram Deus ou encontram Deus de outros modos.” – Papa Francisco

Salmo 95,5: "Todos os deuses dos gentios são demônios".
Isaías 44, 6: "Eis o que diz o Senhor , rei de Israel, e seu Redentor, o Senhor dos exércitos: Eu sou o primeiro e sou o último, e fora de mim não há Deus."
Isaías 45,21-22: "... Deus justo e salvador não o há fora de mim. Convertei-vos a mim, e sereis salvos, vós todos os povos da terra, porque eu sou Deus e não há outro."
Pelo Antigo Testamento só há um único Deus verdadeiro, que é o de Israel. Todos os outros são demônios: Braman, Shiva, Vishnu, Alá, Moloc, Zeus, Apolo, Mercúrio, Tupã, etc.
Os exemplos de Moisés e principalmente de Elias, dois dos maiores santos da história, são neste sentido, antiecumênicos:
Moisés destruiu o bezerro de ouro, feito pelos israelitas, enquanto ele estava no Monte Sinai: "E pegando no bezerro que tinham feito, queimou-o e esmagou-o..." (Êxodo, 32,20). E depois, Moisés puniu os culpados: "... e cerca de vinte e três mil caíram (mortos) naquele dia..." (Êxodo, 32, 28).
Elias convidou os sacerdotes de Baal para um duelo: eles iriam ao Monte Carmelo e invocariam Baal, enquanto Elias rezaria ao Deus de Israel, para que enviasse fogo do céu, a fim de consumir uma vítima oferecida em sacrifício, quem tal fizesse, esse seria o Deus verdadeiro.
No Monte designado, Baal não aparecia, Elias debochava e falava: "Gritai mais alto, porque ele é um deus, e talvez esteja em viagem, ou numa estalagem, dorme e necessita que o acordem" (3 Reis, 18, 27-28).
O Deus verdadeiro apareceu e consumiu a vítima. Os sacerdotes de Baal, vendo sua derrota, se preparavam para fugir, mas Elias não deixou: "Apanhai os profetas de Baal, e não escape nenhum só. E, tendo-os agarrado, Elias levou-os à torrente de Cison, e ali os matou". (3 Reis, 18, 40).
No Novo Testamento temos a confirmação de que só um Deus é o verdadeiro. E é fundada a única Igreja verdadeira...
São Mateus 4,8-10: "De novo o demônio o transportou a um monte muito alto, e lhe mostrou todos os reinos do mundo e a sua magnificência. E lhe disse: Tudo isto te darei, se prostrado, me adorares. Então Jesus disse-lhe: Vai-te Satanás, porque está escrito: O Senhor teu Deus adorarás, e a Ele só servirás".
Pelo texto, temos duas conclusões:
1.     Todos os reinos do mundo serviam a Satanás.
2.     Só é possível adorar a um só Deus.
S. João,6, 68: "A quem haveremos de ir? Só vós (Cristo) tendes palavras de vida eterna"
Atos, 4,12: "e não há salvação em nenhum outro. Porque sob o céu, nenhum outro nome (Cristo) foi dado aos homens, pelo qual nós devamos ser salvos".
I Cor. 10, 19,22: "Ou que o ídolo é alguma coisa?(De modo nenhum) antes digo que as coisas que os gentios sacrificam, sacrificam-nas aos demônios e não a Deus. E não quero que tenhais sociedade com os demônios; não podeis beber o cálice do Senhor e o cálice dos demônios: não podeis ser participantes da mesa do Senhor e da mesa dos demônios".
Ao longo da história da Igreja, houve sempre o dogma de que só há uma Igreja verdadeira, e fora dela não há salvação. Sendo assim, não há liberdade religiosa, de crença, de culto. Olhemos para estes ensinamentos:
São Cipriano (séc. III): "Não há salvação fora da Igreja".
Credo de Santo Atanásio (séc. IV), oficial da Igreja Católica: " Todo aquele queira se salvar, antes de tudo é preciso que mantenha a fé católica; e aquele que não a guardar íntegra e inviolada, sem dúvida perecerá para sempre (...) está é a fé católica e aquele que não crer fiel e firmemente, não poderá se salvar".
Papa Inocêncio III (1198-1216): "De coração cremos e com a boca confessamos uma só Igreja, que não de hereges, só a Santa, Romana, Católica e Apostólica, fora da qual cremos que ninguém se salva".
IV Concílio de Latrão (1215), infalível, Canon I: "...Há apenas uma Igreja universal dos fiéis, fora da qual absolutamente ninguém é salvo...". Canon III: "Nós excomungamos e anatematizamos toda heresia erguida contra a santa, ortodoxa e Católica fé sobre a qual nós, acima, explanamos...".
Papa Bonifácio VIII (1294-1303): "Por apego da fé, estamos obrigados a crer e manter que há uma só e Santa Igreja Católica e a mesma apostólica e nós firmemente cremos e simplesmente a confessamos e fora dela não há salvação nem perdão dos pecados (...) Romano Pontífice, o declaramos, o decidimos, definimos e pronunciamos como de toda necessidade de salvação para toda criatura humana.”
Concílio de Florença (1438-1445): "Firmemente crê, professa e predica que ninguém que não esteja dentro da Igreja Católica, não somente os pagãos, mas também, judeus, os hereges e os cismáticos, não poderão participar da vida eterna e irão para o fogo eterno que está preparado para o diabo e seus anjos, a não ser que antes de sua morte se unirem a Ela(...).
O Concílio infalível de Trento (1545-1563) além de condenar e excomungar os protestantes, reiterou tudo o que os Concílios anteriores declararam, e ainda proferiu : "... nossa fé católica, sem a qual é impossível agradar a Deus..."
Papa Pio IV (1559-1565), um dos papas do Concílio de Trento: "... Esta verdadeira fé católica, fora da qual ninguém pode se salvar..." (Profissão de fé da Bula "Iniunctum nobis" de 1564)
Papa Benedito IV (1740-1758): "Esta fé da Igreja Católica, fora da qual ninguém pode se salvar...".
Papa Gregório XVI (1831-1846), Mirari Vos: "Outra causa que tem acarretado muitos dos males que afligem a Igreja é o indiferentismo, ou seja, aquela perversa teoria espalhada por toda a parte, graças aos enganos dos ímpios e que ensina poder-se conseguir a vida eterna em qualquer religião, contanto que se amolde à norma do reto e honesto. Podeis com facilidade, patentear à vossa grei esse erro tão execrável, dizendo o Apóstolo que há um só Deus, uma só fé e um só batismo (Ef. 4,5): entendam, portanto os que pensam poder-se ir de todas as partes ao Porto da Salvação que, segundo a sentença do Salvador, eles estão contra Cristo, já que não estão com Cristo(Luc. 11,23) e os que não colhem com Cristo dispersam miseravelmente, pelo que perecerão infalivelmente os que não tiverem a fé católica e não a guardarem íntegra e sem mancha (Simb. Sancti Athanasii).(...) Desta fonte lodosa do indiferentismo promana aquela sentença absurda e errônea, digo melhor disparate, que afirma e que defende a liberdade de consciência. Esse erro corrupto que abre alas, escudado na imoderada liberdade de opiniões que, para confusão das coisas sagradas e civis, se estende por toda parte, chegando a imprudência de alguém asseverar que dela resulta grande proveito para a causa da religião. Que morte pior há para a alma do que a liberdade do erro?, dizia Santo Agostinho (Ep. 166)".

"Nesta multidão, nesta variedade de religiões, só há uma certeza que temos para todos: todos somos filhos de Deus." – Papa Francisco


Somos todos CRIATURAS de Deus, nos tornamos filhos após o batismo. Pessoas não batizadas são apenas criaturas.
"O Sacramento do Batismo confere a primeira graça santificante, que apaga o pecado original e também o atual (se o há) e perdoa toda a pena por eles devida; imprime o caráter de cristão; faz-nos filhos de Deus, membros da Igreja e herdeiros do Paraíso, e torna-nos capazes de receber os outros Sacramentos." Catecismo Maior de São Pio X, § 550
Definição do Batismo: “O Batismo é o sacramento da regeneração (Jn. 3 5.) pela água com a palavra (Ef. 5, 26.), pois nascendo por natureza filhos da ira (Ef. 2 3.), por ele renascemos em Cristo filhos de misericórdia e filhos de Deus (Jn. 1 12-13.).” Catecismo Romano

"Que o diálogo sincero entre homens e mulheres de diferentes religiões produza frutos de paz e de justiça."

“Não ateis o vosso jugo com os infiéis, pois que participação tem a justiça com a injustiça ou que comunhão tem a luz com as trevas? E que concórdia há entre Cristo e Belial? Ou que parte tem o fiel com os incrédulos? Ou que consenso tem o templo de Deus com os ídolos? Pois vós sois o templo do Deus vivo.” II Coríntios 6,14.
“Todas as falsas doutrinas são injustiça e trevas, e é por nossa santa fé que pertencemos a Cristo, e que somos templos do Deus vivo; todas as falsas religiões procedem do pai da mentira, e torna incrédulos aqueles que as abraçam, portanto toda a participação, todo o companheirismo, toda a comunicação com as falsas religiões é aqui expressamente proibido pela Palavra de Deus. (...) Somos obrigados a amar as pessoas que estão envolvidas com falsas religiões, desejar-lhes bem, e lhes fazer bem, mas aqui estamos expressamente proibidos de toda a comunicação em sua religião - isto é, em suas doutrinas falsas e em seus cultos. Daí que teólogos eruditos e piedosos ingleses que publicaram em Rheims sua tradução do Novo Testamento, em sua nota sobre esta passagem, dizem: "Geralmente, aqui é proibido conversar e lidar com os infiéis em orações, ou reuniões em seu serviço cismático, ou outros ofícios divinos que seja; o que o apóstolo aqui profere em termos mais particulares, para que o povo cristão possa ter total atenção a isso".
O próximo comando geral para evitar toda a comunicação religiosa com aqueles que são hereges, ou que tem uma religião falsa, é esse: "Um homem que é um herege, depois da primeira e segunda admoestação, EVITAI-O, pois esse tal está pervertido, e peca, sendo condenado pelo seu próprio julgamento" (Tito 3,10).
Aqui vemos outro comando geral para evitar todos esses - ou seja, fugir deles, não ter comunicação com eles. Mas em que somos ordenados a fugir deles? Não da sua pessoa, ou das comunicações necessárias da sociedade, pois então, como o mesmo santo apóstolo diz em uma ocasião semelhante, "seria necessário que você saísse do mundo" (I Coríntios 5,10). Não como aos serviços da caridade cristã, pois a esses somos ordenados pelo próprio Cristo, na pessoa do bom samaritano, para dar a toda a humanidade, independentemente de qual seja sua religião: portanto, no mais restrito e limitado sentido que as palavras podem ter, a única coisa em que somos ordenados a evitá-los é em todos os assuntos de religião; nisso eles próprios estão pervertidos e pecam, em coisas relacionadas a Deus e ao Seu serviço. Nisso erram, nisso que são pervertidos, nisso que são condenados, por isso nisso devemos evitá-los.
Daí que os piedosos tradutores do Novo Testamento de Rheims, em sua nota sobre este texto, digam: "Hereges, portanto, não deve admirar-se se nós alertamos a todos os católicos, pelas palavras do apóstolo, para tomar cuidado com eles, e evitar suas pregações, livros e reuniões".
Um terceiro comando geral sobre este assunto é manifestamente incluído nessa exigência zelosa do apóstolo: "Cobramos-vos, irmãos, em nome de nosso Senhor Jesus Cristo, que vos aparteis de todo irmão que anda desordenadamente, e não de acordo a tradição que receberam de nós" (II Tessalonicenses. 3,6).
Nesta passagem, todas as seitas diferentes ou falsas religiões são particularmente apontadas, pois por mais que elas possam diferir em outros aspectos elas geralmente concordam em rejeitar as tradições apostólicas que nos foram transmitidas pela Igreja de Cristo; a todas essas o apóstolo aqui nos encarrega, em nome de nosso Senhor Jesus Cristo, de evitar - de retirar-nos delas. Agora é evidente que o sentido mais limitado dessa ordem, tão calorosamente estendida sobre nós pelo apóstolo, é o de afastarmo-nos delas em tudo relacionado à religião: de seus sacramentos, orações, pregações, reuniões religiosas, e assim por diante. É nestas coisas que eles "não andam segundo a tradição recebida dos apóstolos". Nestas coisas, então, estamos aqui ordenados, em nome do Próprio Cristo, "a afastarmo-nos deles".
Portanto, a todos aqueles argumentos que podem ser trazidos por motivos humanos, mundanos, ou interesseiros, para induzir-nos a juntar-nos ou a participar de qualquer dever religioso com os adeptos de uma religião falsa, embora só na aparência, devemos opor isso: "Deus proibiu expressamente, portanto nenhum poder humano pode torná-lo legal".” Bispo George Hay

UNIÃO SACERDOTAL MARCEL LEFEBVRE – RESISTÊNCIA CATÓLICA
MISSÃO SÃO JOSÉ / SANTO ANDRÉ - SP