quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018

Congregação Mariana Nossa Senhora de Fátima e São José

Com alegria anunciamos o início da Congregação Mariana na Capela São José, sob a direção do Rev. Pe. Joaquim Daniel Maria de Sant’Ana (FBMV). Foram admitidos 3 congregados e 1 candidato.

Iniciamos, desse modo, essa grande obra da Imaculada que santificou tantos homens ao longo da história, sem nos submeter à Confederação Nacional das Congregações Marianas, bem como a nenhuma diocese, dado o estado de crise atual da Santa Igreja, que nos obriga a resistirmos às autoridades enquanto elas não retornarem à tradição.

E nas palavras do nosso diretor, parafraseando ao que disse Mons. Lefebvre por ocasião da sagração dos 4 bispos: “Confiemos que, sem tardar, a Sé de Pedro será ocupada por um Sucessor de Pedro perfeitamente católico, em cujas mãos podereis entregar o vosso apostolado”.












“As Congregações Marianas, desde o seu aparecimento na terra, visam o apostolado. E seu apostolado específico, objetiva a incorporação da mocidade em quadros que, com todo o esmero, procurem servir a Igreja e a Cristo.
(...)
Contra dois perigos, porém, estejamos prevenidos. Primeiro, a preocupação do número, a preocupação das estatísticas vultuosas. Não aspiram os congregados marianos a conquista das massas para o galhardete azul. Os marianos querem ser o fermento transformador das massas. À quantidade, prefiram a qualidade. (...) Agora o segundo perigo: Não podemos deixar que fique em esquecimento aquilo que deve ser o nervo de todas as Congregações Mariana. Uma bandeira nos foi confiada, bandeira que não é apenas símbolo, expressão de sentimentos, ideias ou programas, mas bandeira, em cujas dobras palpita e freme a própria alma das Congregações Marianas. Essa bandeira não pode e não poderá ser relegada a segundo plano. Falo da devoção a Nossa Senhora!
(...)
Ah! A minha fita azul! A fita azul dos marianos! Saudemo-la. Ela levará a nossa alma para o Céu. Ela salvará a mocidade. A fita azul, salvará o Brasil.”


Cardeal Leme, discurso pronunciado em 1936 no Rio de Janeiro


Que Ela Reine!